Como afirma Iamamoto (2001, p. 23):
O assistente social não tem a tradição de ser um profissional liberal. É um trabalhador especializado, que vende a sua capacidade de trabalho para algumas entidades empregadoras, predominantemente de caráter patronal, empresarial ou estatal, que demandam essa força qualificada e a contratam. Esse processo de compra da força de trabalho em troca de um salário faz com que o Serviço Social embarque no universo da mercantilização, no universo do valor.
O assistente social não tem a tradição de ser um profissional liberal. É um trabalhador especializado, que vende a sua capacidade de trabalho para algumas entidades empregadoras, predominantemente de caráter patronal, empresarial ou estatal, que demandam essa força qualificada e a contratam. Esse processo de compra da força de trabalho em troca de um salário faz com que o Serviço Social embarque no universo da mercantilização, no universo do valor.
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